domingo, 28 de junho de 2009

O que é a Orgonita?

Orgonita transmuta energia negativa em energia positiva e acumula e amplifica esta energia beneficiando tudo e todos a sua volta.


É a combinação de material orgânico e pequenos fragmentos de metal que tem a capacidade de atrair e capturar energia orgone. A Orgonita gera Orgone Positivo ao mesmo tempo que transforma o Orgone Negativo em Positivo. A energia Orgone, ou o "o Orgone" foi inventado pelo Dr. Wilhelm Reich (1897-1957) para designar um tipo de energia que é provavelmente a mesma que na China se designa por "chi" e na India, "prana".

Não sei muito sobre o Orgone mas recomendo que pesquisem as teorias do Dr. Reich pela internet ou mesmo lendo os seus livros (que eu recomendo). Mas, basicamente, o orgone positivo tem uma natureza expansiva e promove um espirito liberto e descomplexado (relacionado com o Amor Universal) enquanto que o orgone negativo tem uma natureza de contracção e promove o bloqueio de energias (relacionado com o Medo). Também se pode dizer que o Positivo é Vida, e o Negativo - Morte.

A orgonita é parecida com uma pedra feita com resina de fibra de vidro, aparas de metal e um cristal de quartzo. Adicionando um cristal mestre (duas pontas) intensifica o processo e permite a você a oportunidade de 'programar' o cristal com sua mente (e intenções) para dirigir essa energia para uma determinada tarefa ou objetivo.Qualquer pessoa pode fazer sua própria orgonita com formas diferentes e usos diversos. Como pingentes que protegem a própria pessoa, placas que são usadas para neutralizar a energia negativa que é emanada de aparelhos eletro eletrônicos, pirâmides que purificam casas, etc. É também usada para purificar a água e promover a saúde das plantas.

Benefícios da Orgonita:

. Simples e fácil de fazer, e trabalha continuamente;
. Muda a energia negativa para energia positiva;
. Purifica a atmosfera, despoluí a água, e acaba com a aridez;
. Repele pragas ajuda as plantas a crescer melhor precisando de menos água;
. Diminui os efeitos das radiações de electromagnéticas;
. Desarma e repele formas de vida predatórias;
. Inspira um comportamento agradável e equilibrado alegre e feliz;
. Frequentemente cura insônia e pesadelos crônicos;
. Ajuda a acordar as suas capacidades psíquicas inatas.

Dicas de como usar sua Orgonita:

. As peças mais pequenas devem ser usadas em cima ou junto dos eletrodomesticos como televisões, microondas e computadores que geram frequências electromagnéticas nocivas ao ambiente e à saúde, principalmente o Orgone Negativo gerado pelo microondas;
. Fixar uma peça com fita adesiva forte no cano de água que abastece a sua casa vai reenergizar em parte a água que passar nesse cano. Saiba que os ângulos retos usados na canalização "moderna" são responsáveis pelo fato da água chegar em nossas torneiras sem suas qualidades energéticas;
. As peças maiores, em cone, são mais poderosas e trazem muito Orgone Positivo a uma sala de estar, um escritório ou uma oficina. Se puser uma por baixo da cama é quase garantido que terá um sono repousante;
. Use também sua própria intuição porque não existe melhor conselheira.

Importante:
Você não consiguirá sentir absolutamente nada vindo de uma Orgonita. Sua ação é muito sutil e não existem garantias de QUANDO é que o seu efeito vai ser NOTADO. O importante é que os resultados falam por si e que de qualquer forma a orgonita vai funcionar, quer se note, quer não.

Como fazer sua Orgonita:

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Origem da Festa Junina

Porque festejamos tanto essa época do ano em todo canto do país.

Existem duas explicações para o termo festa junina. A primeira explica que surgiu em função das festividades ocorrem durante o mês de junho. Outra versão diz que esta festa tem origem em países católicos da Europa e, portanto, seriam em homenagem a São João. No princípio, a festa era chamada de Joanina.

De acordo com historiadores, esta festividade foi trazida para o Brasil pelos portugueses, ainda durante o período colonial (época em que o Brasil foi colonizado e governado por Portugal).

Todos estes elementos culturais foram, com o passar do tempo, misturando-se aos aspectos culturais dos brasileiros (indígenas, afro-brasileiros e imigrantes europeus) nas diversas regiões do país, tomando características particulares em cada uma delas.

Aqui em Minas Gerais o ciclo das festas juninas gira em torno de três datas principais: 13 de junho, festa de Santo Antônio; 24 de junho, São João e 29 de junho, São Pedro. Durante este período, a região fica praticamente tomada por festas. De norte a sul do Brasil comemoram-se os santos juninos, com fogueiras e comidas típicas saborosas.

Aqui vai uma sugestão completa e direto duistadiminnss de pratos e petiscos para festa junina:

PARA COMEÇAR:
Quentão Mineiro (cachaça c/ gengibre, cravo e canela)
Quentão de Morango
Vinho Quente do Sul (maçã, frutas secas)
Ele e Ela do Nordeste (dose de cachaça e caldinho)
Vaca Atolada
Caipirinhas (c/ cachaça e frutas do quintal)

ENTRADAS:
Arroz doce
Espetinho de linguiça acebolado
Pipocas temperadas e aromatizadas
Pipocas coloridas
Canecas de milho c/ manteiga de alho.
Paçoca de carne seca no pilão
Paçocas
Palitos de mandioca
Mini tapioca c/ queijo Coalho
Quindim
Broinhas de milho verde
Pamonhas c/ queijo Minas
Paminhas doces
Pinhão cozido no sal grosso
Bolo de Fubá

PRATOS PRINCIPAIS:
Canjiquinha c/ costelinha (da cozinha mineira)
Baião de Dois (prato de festa junina de Campina Grande)
Pernil c/ farofa de banana (festa da roça)
Peixe na bananeira e na fogueira (à moda de Florianópolis - festa do Sul)
Arroz de coco da festa de Caruaru (festa do Nordeste)
Galinhada c/ açafrão (prato típico de festas de Goiás e Mato Grosso)
Cuscuz salgado

SOBREMESAS:
Docinhos caipiras e caseiros
Canjica ou Mungunzá c/ coco e amendoim
Cocada de Maracujá
Bolinhos de fubá c/ calda de erva doce
Quadradinhos de bolo de macaxeira
Bolo de São João
Bolo de Santo Antonio

PARA TERMINAR:
Café c/ lascas de rapadura e mini pão de queijo
Pão de rapadura

O café especial do Brasil

Um passeio cheio de sabores que vai despertar os seus sentidos.

Não há registros ou evidências que comprovem realmente a origem do café. Mas a mais considerada e relevante conta a estória do pastor Kaldi.

Conta-se que há mais de mil anos esse pastor começou a notar uma melhor disposição de seu rebanho de ovelhas, toda vez que se alimentavam de uma frutinha vermelha da região. Resolveu então, experimentar essas mesmas frutinhas e se sentiu muito mais animado, capaz de percorrer muitos quilômetros com seu rebanho com uma ótima disposição.

Certo dia, um monge que passava na região percebeu a alegria e disposição do pastor Kaldi e seu rebanho. Depois de pesquisar descobriu que a origem eram as frutinhas vermelhas, das quais conseguiu um punhado que levou para o monastério.

Lá, preparou uma infusão e bebeu o líquido, que logo depois passou a ser usado por muitos monges. A notícia se espalhou pelos monastérios islâmicos onde primeiro o café foi cultivado, espalhando-se então por toda uma região hoje conhecida como Yemen.

Nascido na África e primeiro cultivado na Ásia, o café aqui no Brasil se adaptou muito bem ao clima e às diferentes regiões e tipos de terra, concentrando-se principalmente no sul do estado de Minas Gerais e São Paulo, sendo que é na cidade de Carmo de Minas, ao sul de Minas Gerais, na Serra da Mantiqueira que o café encontrou a terra especial capaz de produzir a lavoura mais premiada do mundo.

Carmo de Minas é considerada hoje a produtora do melhor e mais premiado café do mundo. E você pode conhecer toda a região, participando de um passeio onde vai caminhar pelas plantações, visitar o pátio de secagem mais alto do país, aprender a degustar o café que hoje é comparado aos melhores vinhos do mundo.

Tudo isso num típico casarão colonial em meio a uma paisagem deslumbrante de mais de um século de história, tradição, respeito sócio ambiental e amor ao café que transformaram uma simples produção agrícola em uma arte, que tem por obra prima o aroma e o sabor.

É um lindo passeio que vale a pena conferir! Saiba mais sobre o passeio e o café no link abaixo.

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Dica para o Dia dos Namorados

Não dê flores mortas de presente para a sua(seu) namorada(o).

O dia 12 de junho já é amanhã, então pensei numa dica muito importante que encontrei no site Tree Hugger. Não dê flores à sua(seu) namorada(o) e saiba o por quê, reflita um pouco: o que é um buquê de flores afinal?

Um buquê de flores é um monte de flores... mortas! Afinal, é exatamente isso que o presente característico do Dia dos Namorados é: um monte de flores bonitas, mas que já morreram há um tempo e murcharão logo em seguida, sugerindo algo frágil e fugaz que não durará por muito tempo.

Pensando nisso, o pessoal do Tree Hugger resolveu sugerir uma alternativa mais romântica e também muito mais ecológica. Para presentear seu amor: sementes! Afinal as sementes se  transformarão em plantas floridas que durarão, se bem cuidadas (como todo amor e relacionamento), um longo tempo, até a eternidade, quem sabe?

A idéia pode parecer estranha, a princípio, mas existe até uma cidade no interior de São Paulo que aderiu já à idéia de presentear com sementes. A cada bebê que nasce, é oferecida aos pais sementes ou mudas de árvores que são plantadas e recebem o nome de cada bebê. 

Essa árvore ou planta, além de acompanhar o crescimento da criança, estará lá por muito tempo, beneficiando o planeta e sugerindo uma idéia de longa vida e eternidade.

Muito mais legal é presentear sua(seu) namorada(o) com um saquinho de sementes. Bem mais original, não? E, aí, vocês podem plantar as flores e acompanhar seu crescimento juntinhos. Os mais românticos ainda podem aproveitar a oportunidade para dizer que o florescer da planta é como o amor dos dois... Que tal?

Sementes são consideradas símbolo de vida, esperança e eternidade. Pense nisso...

Foto 1: A árvore Ipê Rosa.
Foto 2: Sementes de Ipê Rosa.